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Definitivamente a capivara é o animal mais simpático da natureza

De roedores a répteis, todo animal que se preze não dispensa a companhia de uma capivara.

Foto: Reprodução Internet

Quem vaga por aí, pelos rincões do mundo virtual, provavelmente já topou com uma foto de uma capivara fazendo algo atípico. Imagens de animais da espécie interagindo com outros bichos também são bastante comuns. Mas por que a capivara é tão ‘bem vista’ no mundo animal? O site BoredPanda investigou o caso, com o auxílio de biólogos, e descobriu que não há muito mistério: as capivaras são mesmo animais simpáticos.

Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet

A capivara (nome científico: Hydrochoerus hydrochaeris) é uma espécie de mamífero roedor da família Caviidae. Alguns autores consideram que deva ser classificada em uma família própria. Está incluída no mesmo grupo de roedores ao qual se classificam as pacas, cutias, os preás e o porquinho-da-índia. É o maior roedor do mundo, pesando até 91 kg e medindo até 1,2 m de comprimento e 60 cm de altura. A pelagem é densa, de cor avermelhada a marrom escuro. É possível distinguir os machos por conta da presença de uma glândula proeminente no focinho apesar do dimorfismo sexual não ser aparente. Existe uma série de adaptações no sistema digestório à herbivoria, principalmente no ceco. A capivara também é chamada de carpincho, capincho,beque, rombudo, caixa, cachapu, porco-capivara, cunum e cubu.

Foto: Reprodução Internet

O nome capivara procede do termo tupi kapi’wara, que significa “comedor de capim”. Tal nome é o mais comum e conhecido por todo o Brasil. No Rio Grande do Sul também é conhecida por capincho ou carpincho, termo derivado do espanhol. No Amazonas, é conhecida por cupido e na Ilha de Marajó, no Pará, por beque. O macho, neste mesmo local, devido à glândula nasal no focinho, é chamado de trombudo, caixa ou cachapu.

Capivaras podem ser ativas durante o dia todo, se não sofrerem algum tipo de perturbação por conta da caça. Entretanto, durante o dia, elas permanecem dentro da água na maior parte do tempo (principalmente para termorregulação), iniciando o forrageamento no fim da tarde, descansando por volta da meia-noite e indo forragear novamente, um pouco antes do amanhecer. 

 

Fonte/Créditos: Revista Galileu

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