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Biotecnologia e digitalização são áreas promissoras no agro, diz estudo

Mercado global de OGMs poderá chegar a mais de US$ 600 bilhões nos próximos anos

A intensificação da demanda por alimentos, alavancada diretamente pelo acréscimo de 1,35 bilhão de pessoas no mundo e pelo aumento de 75% na renda per capita global (de US$ 14 mil para US$ 21 mil) até 2030, irá impulsionar os setores de agricultura de precisão digital e de biotecnologia agrícola, com foco em ganhos de produtividade na agropecuária. É o que aponta o estudo “Macrotendências Mundiais”, divulgado pela Fiesp nesta terça-feira (24).

De acordo com o relatório, o ramo da agricultura de precisão, que deverá atingir um mercado de US$ 4,5 bilhões em 2020, envolve soluções relacionadas à tecnologia da informação em geral, bem como robótica, automação, genômica, nanotecnologia, entre outras.

“A chamada ‘digitalização do campo’, em que dados sobre as áreas de produção agropecuária são gerados e processados em larga escala, evitará perdas de safra e garantirá maior qualidade da produção”, destaca o documento, acrescentando que a agricultura de precisão digital permitirá, ainda, uma melhor racionalização da aplicação de insumos e do aproveitamento do solo.

Diante deste cenário, o mercado global da biotecnologia agrícola poderá chegar

a mais de US$ 600 bilhões nos próximos anos, indica o estudo. “A modificação genética de organismos para se tornarem mais resistentes às pragas e às intempéries climáticas e a sua adequação a diferentes ambientes que antes eram improdutivos têm permitido a expansão da fronteira agrícola para regiões semiáridas, bem como reduzindo a necessidade do uso de defensivos”, assinala o relatório.

Fonte/Créditos: Universo Agro

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